sábado, 10 de dezembro de 2011

Passeata em comemoração ao dia do Deficiente 03/12


A Associação Pestalozzi de Arapiraca, junto com  o COEE e o CEMFRA, realizou na manhã do dia 02/12 uma passeata em comemoração ao dia do Deficiente, comemorado no dia 03/12, o evento contou também com as presenças dos profissionais que fazem parte das instituições citadas e dos pacientes/alunos, pais e responsáveis. Foi uma linda manhã saindo a turma do parque Ceci Cunha e indo até  a Praça Luis Pereira Lima onde houve apresentações dos alunos da Pestalozzi e do COEE.

Globo abordará autismo em novela | BAHIA TODO DIA

Globo abordará autismo em novela | BAHIA TODO DIA

sábado, 26 de novembro de 2011

ll Feira Literária da Pestalozzi

Serviço de Atendimento Pedagógico Especializado da Associação Pestalozzi de Arapiraca, realizou na tarde desta sexta-feira 25/11/11, a 2ª Feira Literária da Instituição, as professoras, como sempre, se dividiram com seus alunos para formar lindas equipes e lindas apresentações, onde cada  criança e/ou adolescente se destacou mostrando que são capazes de superar seus limites. Parabéns a todos pela linda feira.

domingo, 6 de novembro de 2011

Autistas pobres sofrem com descaso do Governo do Estado.

Falta de estrutura prejudica o atendimento aos pacientes 

ÉDER PATRIOTA
O autismo é a síndrome global do desenvolvimento, que ocorre a partir dos dezoito meses de vida, comprometendo a interação social, a comunicação e o comportamento. Em Alagoas existem instituições que trabalham com pessoas portadoras dessa síndrome, entre escolas da rede pública de ensino, a exemplo do Centro de Formação Professora Wandette Gomes de Castro, localizado no Conjunto Pajuçara, bairro do Poço em Maceió, vizinho à Escola Estadual Benício Dantas. Mas, os portadores da doença sofrem com o descaso, por parte do governo do estado.

Conforme Alba Marinho, pedagoga e coordenadora do Programa de Atenção à Pessoa com Síndrome do Autismo, vinculado ao Centro de Educação Especial de Alagoas, o Centro de Formação atende crianças autistas de 3 a 14 anos, buscando reduzir os seus déficits, para facilitar a inclusão social e escolar. Atualmente, são atendidos mais homens que mulheres- numa proporção de três homens para uma mulher.

Existem três tipos de autismo: leve, moderado e grave. O leve ocorre em pessoas com certa dificuldade de interagir socialmente e de comunicação, podendo apresentar algumas estereotipias (comportamentos repetitivos), como mexer as mãos constantemente. No moderado, a pessoa pode ou não se comunicar verbalmente, geralmente o isolamento é maior que no grau leve, podendo ou não apresentar comportamentos repetitivos, como bater palmas frequentemente. Já no grave, geralmente, não ocorre à comunicação verbal de maneira alguma, e os portadores são agressivos e autolesivos. Além disso, as estereotipias são bastante acentuadas, como bater a cabeça na parede.

Ainda segundo a pedagoga Alba Marinho, que trabalha com autistas no Centro de Formação Professora Wandette Gomes de Castro e no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), aconselha as pessoas que tiverem pessoas com autismo, que procurem o mais cedo possível ajuda especializada e adequada, pois agindo dessa maneira existe uma possibilidade de diminuir o quadro autistico.

No Wandette, são atendidas 31 autistas diariamente, entre crianças e pré-adolescentes, sendo que a maioria das salas de aula tem duas professoras e, no máximo, três alunos. Os autistas recebem outros atendimentos especializados, como psicopedagógico, brinquedoteca, psicomotrocidade, informática, fonoaudiológico, e basicamente na sala de aula o professor trabalha as atividades diárias (avd´s) e atividades de vida prática (avp´s).

Dificuldades e exemplos de superação

Para Alba Marino, as maiores dificuldades existentes no dia- a- dia do Centro de Formação são a falta de espaço para atender a mais pessoas realizadas pelos profissionais, e carência de recursos humanos e materiais, como cadeiras, mesas e armários. E todo o trabalho desenvolvido só dá resultado quando a família do autista participa ativamente das orientações da equipe do Wandette, em relação à maneira como lidar com a pessoa portadora do autismo. “Percebo que as crianças que têm maior evolução são as praticadoras das nossas orientações. Entretanto quando o menino autista é de família com condições financeiras de assistir melhor a ela, ela vai para uma escola particular e lá tem a maior atenção do profissional, pois elas oferecem melhores condições de trabalho”, salientou.

Por fim Marinho, disse que “independente das condições físicas da instituição, das suas carências materiais e humanas, o trabalho desenvolvido pelos profissionais é significativo para uma melhora nos déficits relativos ao aspecto autistico, como acontecem com crianças atendidas pelo programa e que atualmente estão estudando na Escola Estadual Professor Rosalvo Lôbo, no bairro da Jatiúca.

Estudante que trabalha com os PNE´s e gosta

A estudante de pedagogia da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Luana Lins, afirma que os cursos de licenciatura deixam bastante a desejar, quando tratam vagamente assuntos relacionados aos Portadores de Necessidades Especiais (PNE´s). “A professora citou as síndromes e os transtornos mais comuns entre as pessoas e disse que antes de trabalhar com esse público não tinha interesse, porém quando foi convocada a trabalhar nisso teve de ler diversos materiais para entender como seria o perfil desse público’, acrescentou.

Ainda segundo a estudante, “os profissionais da área educacional são bastante resistentes para trabalhar com os PNE´s, porque na sua maioria são preconceituosos. Entretanto, para quem tiver interesse nesse nicho profissional, o mercado de trabalho é amplo e exige que a pessoa busque sempre se qualificar e aceitar as pessoas que for trabalhar com as suas particularidades. Além disso, Luana recomenda que as pessoas sempre leiam sobre as pessoas que estiverem trabalhando”, completou.

Reportagem tirada de:

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Congresso dos 85 anos da Pestalozzi no Brasil.


 Palestra apresentada pela professora Josete no congresso em Caldas Novas-GO

A IMPORTÂNCIA DA PARCERIA COM A FAMÍLIA PARA O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA COM AUTISMO

Josete Maria de Oliveira Miranda


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INTRODUÇÃO
       Uma tendência natural do ser humano é a de procurar uma identificação em alguém ou em alguma coisa. Quando uma pessoa se identifica com outra e passa a estabelecer um vínculo social com ela, ocorre uma associação humana. E a família é o primeiro grupo social de um individuo, e também o mais importante, pois é um núcleo de convivência, unido por laços afetivos, que costuma compartilhar o mesmo teto.






O QUE É O AUTISMO?
O termo autismo foi utilizado pela primeira vez em 1911, por Bleuler, para designar a perda de contato com a realidade e consequente dificuldade ou impossibilidade de comunicação. 
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   Durante duas décadas, pesquisas empíricas, rigorosas e controladas levaram à hipótese da existência de alteração cognitiva que explicaria as características de comunicação, linguagem, interação social e pensamento presentes no autismo.
      A FAMÍLIA E A CRIANÇA COM AUTISMO
     A família é o primeiro grupo social ao qual o individuo passa a pertencer, é com ela que a criança passa a maior parte do seu tempo. Pois, na escola ela fica em torno de quatro horas diárias enquanto que no seio familiar ela passa às vinte horas seguintes. Assim, é em casa que se dá continuidade ao que é aprendido na escola. 

¢        E quando se trata de crianças com autismo, na qual sua dificuldade nas relações sociais é muito intensa, houve a necessidade de um trabalho em parceria com a família, onde no primeiro momento foi feito uma entrevista com os pais ou responsáveis, a cerca do desenvolvimento do aluno no seio familiar. E por consequência firmado uma parceria com o Serviço de Atendimento Pedagógico Especializado da Associação Pestalozzi de Arapiraca.

 OS PAIS E A ESCOLA
       Educar não se limita a repassar informações ou mostrar apenas um caminho, aquele caminho que o professor considera o mais correto, mas é ajudar a pessoa a tomar consciência de si mesma, dos outros e da sociedade. É saber aceitar-se como pessoa e saber aceitar os outros. É oferecer várias ferramentas para que a pessoa possa escolher entre muitos caminhos, aquele que for compatível com seus valores, sua visão de mundo e com circunstâncias adversas que cada um irá encontrar. 

¢      A escola tem que desenvolver um trabalho em parceria com os pais, pois é só com esse equilíbrio entre escola e familia, que se consegue o desenvolvimento do aluno, que é o foco principal.


OS RESULTADOS OBTIDOS DURANTE A EXPERIÊNCIA COM OS PAIS


        Creio que incluir pessoas portadoras de TID em classes regulares seja algo possível numa escola inclusiva, conforme os parâmetros que proposto.  

¢      E o trabalho com a familia torna-se imprescindível nesse contexto, por isso, este trabalho teve inicio em março deste ano e está em pleno processo de desenvolvimento obtendo grandes êxitos aos aspectos citados.
¢       Dessa forma, observou-se que as crianças, as quais a família firmou parceria com o Serviço de Atendimento Pedagógico Especializado da Associação Pestalozzi de Arapiraca, obtiveram um desenvolvimento cognitivo considerável, enquanto que aquelas nos quais os pais não participaram não conseguiram atingir os objetivos almejados.


DEPOIMENTO



     Nós somos Alex Sandro Maia (40) e Maria Selma (33), moramos em Arapiraca, cidade que fica a 125 km de Maceió, Alagoas. Pais de 5 filhos, sendo que o mais velho tem 11 anos e o mais novo, 1 aninho.


Lívia aos 15 dias de nascida.
      Em novembro de 2001, fomos agraciados por Deus com uma linda bebê de 3,1kg e 49cm de altura.
       Lívia, pele branquinha e olhar doce, parecia-nos uma criança sem nenhum problema de saúde aparente, até que, com 1 ano de idade, as pessoas nos questionavam uma certa diferença em relação às outras crianças da mesma idade. Lívia não andava, não interagia, não se desenvolvia normalmente. Para
nós era uma questão de tempo, para os parentes e amigos, era motivo de preocupação. Durante 2 anos levamos a vários pediatras e as respostas eram sempre as mesmas: ‘’Sua filha é simplesmente normal.”

Lívia aos 6 anos.
Ao completar 3 anos e 11 meses, Lívia foi diagnosticada com Autismo, por um neuropediatra, que a
encaminhou a Sociedade Pestalozzi de Arapiraca.
       Autismo, palavra estranha para nós. O que seria? Como tratar? Tem cura?
       Lívia teria condições de se desenvolver e ser uma criança normal?
       Essas eram as dúvidas que tínhamos, ao contrário dos parentes e amigos que insistiam em saber: ‘’Porque?’’, ‘’Como?’’, ‘’De quem é a culpa?’’

      Em 19 de janeiro de 2005, aos 4 anos, Lívia deu início aos tratamentos na clínica da Associação Pestalozzi, sendo a primeira paciente com o espectro autista a ser tratada na entidade. A clínica nos recebeu de braços abertos. Disposta a nos ajudar, a equipe médica (psicóloga, fonoaudióloga e T. O.) nos trouxe de volta a esperança de reverter o quadro da nossa pequena moça.
Drª Karine Lopes Pinheiro  (Psicóloga)






     Em abril de 2006, por intermédio da psicóloga Karine Lopes Pinheiro, a quem somos eternamente gratos, encaminhou à pedagoga Marinês Amorim para avaliação e integração de Lívia ao Serviço de Atendimento Pedagógico Especializado da Associação Pestalozzi de Arapiraca, onde tivemos a alegria de conhecer aquela que seria um dos principais motivos da evolução, não só de Lívia, mas também da nossa evolução como pais, fomos, ou melhor, estamos sendo orientados, de forma dinâmica e altruísta, no que se refere ao tratamento de Lívia: Tia Josete (como a carinhosamente chamamos e a temos como “a segunda mãe dela”)
      
       
Doutoras Sharlene (T.O.) e Luana Amorim (fono),
faziam parte da 1ª equipe que cuidou de Lívia na Pestalozzi.


Foram vários os resultados obtidos:

Antes:
• Não usava o banheiro
• Não se comunicava verbalmente
• Não se alimentava sozinha
• Não interagia
• Não demonstrava interesse com os brinquedos (boneca, bola, etc.)
• Não brincava com os irmãos
• Se isolava muito, parecendo não se importar com as coisas
Entre outras dificuldades.
     
Hoje:
• Utiliza o banheiro sozinha
• Fala algumas palavras e até mesmo frases, canta músicas, sabe pedir para comer, beber e assistir TV
• Se alimenta sozinha
• Interage
• Brinca com os brinquedos, demonstrando interesse (principalmente com bonecas)
• Com alguma dificuldade brinca com os irmãos, sendo carinhosa e até mesmo cômica
• Não é agressiva (aliás, nunca foi)
       Tudo isso foi conseguido através de uma rotina, trabalhada na escola com a ‘’Tia Josete’’, os tratamentos com os profissionais da clínica e em casa com a família.

       Agradecemos a Deus, porque através de Lívia conhecemos pessoas que verdadeiramente foram e continuam sendo especiais na nossa vida, nos tornando cada dia mais “Pais”.
       




 





¢Tudo é possível quando acreditamos que somos capazes...

¢
¢
OBRIGADA!!!

Josete Miranda

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Autista e buscando um lugar em um mundo adulto


Por 
atualizado
 Durante semanas, Justin Canha, um estudante do ensino médio com autismo, um amor de desenhos animados e um dom para o desenho, tinha ensaiado para a entrevista de emprego em um estúdio de animação local.
Como planejado, ele chegou naquela manhã com um portfólio de seus quadrinhos e desenhos de carvão vegetal, alguns dos quais foram vendidos através de uma galeria de Chelsea. Kate Stanton-Paule, o professor que tinha criado a reunião, o acompanhou. Mas suas primeiras palavras ao entrar no escritório foram, como a maioria das coisas que envolvem Justin, não no script.
"Olá, todo mundo", anunciou, alto o suficiente para ser ouvido atrás da porta do presidente da companhia. "Este vai ser o meu novo emprego, e você vai ser meus novos amigos."
Como os funcionários trocaram olhares nervosos naquela manhã em janeiro de 2010, a Sra. Stanton-Paule, o coordenador de um novo tipo de "transição para a vida adulta" programa para estudantes de educação especial em Montclair High School, perguntou se eles estavam todos em cima de suas cabeças.
Justin, que mal falava, até que ele tinha 10 anos, cai mais ou menos no meio do espectro de prejuízos sociais que caracterizam o autismo, que afeta quase uma em cada 100 crianças norte-americanas. Ele fala para si mesmo em público, teve ocasionais explosões de raiva, evita o contato visual e raramente se desvia de seu assunto favorito, animação. Sua expressão descarada da emoção e sentido de humor subtil endear-lo aos professores, terapeutas e familiares . Ainda em 20, ele nunca tinha feito um verdadeiro amigo.
Pessoas com autismo, cuja comportamentos incomuns Acredita-se que resultam de variações no desenvolvimento do cérebro, geralmente desaparecem da vista do público depois que eles deixam a escola. Sómente um em 10, mesmo segurar empregos a tempo parcial. Alguns vivem em lares apoiados pelo estado do grupo, mesmo aqueles que freqüentam a faculdade, muitas vezes acabam desempregados e isoladas , que vivem com os pais.
Mas Justin está entre a primeira geração de jovens autistas que se beneficiaram durante toda a infância a partir de terapias mais eficazes e duramente conquistada oportunidades educacionais. E um programa de Ms. Stanton-Paule aqui é baseada na premissa de que um pouco radical com treinamento intensivo no local de trabalho e comunidade - e alguns alongamentos por outras pessoas para incluí-los - os alunos como Justin podem atingir um nível de independência ao longo da vida que iludiu os seus antecessores.
"Há uma filosofia predominante de que certas pessoas nunca pode funcionar na comunidade", diz Stanton-Paule disse céticos. "Eu só não acho que isso é verdade."
Com cerca de 200.000 adolescentes autistas set a vir de idade nos Estados Unidos nos próximos cinco anos, pouco se sabe sobre sua capacidade de participar plenamente na vida pública, ou o que seria necessário para acomodá-los. Em todo o país, vizinhos, empregadores, colegas e estranhos são cautelosamente interagindo com adultos jovens, cuja condição neurológica muitos associam apenas com crianças.
Alguns defensores da "neurodiversidade" chamar a isto a próxima fronteira dos direitos civis: a sociedade, dizem eles, está a beneficiar de aceitar as pessoas cujos cérebros funcionam de forma diferente. A abertura do local de trabalho para pessoas com autismo poderia aproveitar a sua às vezes incomuns talentos , dizem os defensores, enquanto diminui os custos para as famílias e os contribuintes para assessores durante o dia e cuidados de saúde e subsídios de habitação, estimada em mais de $ 1 milhão através de uma vida adulta .
Mas esses esforços têm os seus custos. No subúrbio da cidade de Nova York, o distrito escolar considerada demolição programa Ms. Stanton-Paule é quase tão rapidamente como começou, para economizar dinheiro na assistentes extras que acompanhou os alunos a estágios, o banco, o ginásio, na mercearia. Empresas pesou os riscos de contratação de alunos autistas que não pode captar automaticamente as regras padrão de comportamento no trabalho.
Image: Esboços de personagens de desenhos animados dica em potencial artístico de Canha.
Fred R. Conrad  /  The New York Times
Esboços minúscula de personagens de desenhos animados sugerir o potencial artístico de Justin Canha, 22.
Alheio a tais debates, muitos autistas estudantes do ensino médio estão enfrentando o mundo adulto com as expectativas elevadas dos seus próprios. Justin, que contou com um um-em-um assessor na escola, tinha aos 17 anos declarou sua intenção de ser um "animador famoso ilustrador." Ele também sonha em viver em seu próprio apartamento, um objetivo que parecia especialmente dedicado a quando , digamos, sua mãe pediu-lhe para passear com o cachorro.
"Prefiro me mudar para o apartamento", dizia ele, relutantemente, deixando de lado o notebook passou horas enchendo com pequenas, réplicas exactas de cada personagem conhecido animado.
"Prefiro me mudar para o apartamento, também," seu pai, Briant, um executivo da companhia farmacêutica, respondeu em dias difíceis.
Durante o ano que um repórter do New York Times observou que, o programa de transição em Montclair alta serviu como uma espécie de campo de treinamento na integração da comunidade que também pode ser, por Justin, uma última chance.Alguns desses serviços estão disponíveis após o colegial. Justin e tinha direito a programas de educação pública, por lei federal, até que apenas 21 anos.
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Ms. Stanton-Paule havia prometido para garantir-lhe um emprego remunerado, antes que ele deixou a escola - a melhor medida, dizem os especialistas, se um aluno com necessidades especiais vai manter alguma autonomia mais tarde na vida. Ela também esperava para ajudá-lo a criar relacionamentos, no trabalho e além dele, que formam a base de uma vida plena.
Mas as lições mais prosaico surgiram a cada momento: quando ele deve apresentar o dinheiro no lugar pizza (não até depois que ele ordenou), o quão perto de ficar com a pessoa usar a máquina de peso que ele queria na academia (não tão perto), o que dizer, quando viu um colega de trabalho beber uma Coca-Cola (provavelmente não "Coca-Cola é ruim para os ossos"). Muitas vezes, a Sra. Stanton-Paule e sua equipe parecia gastar tanto tempo ensinando os moradores de Montclair sobre Justin como ensinar-lhe as tarefas na mão.
"Não me diga, diga a ele", que dirigiu os caixas. "Nós precisamos de sua ajuda para fazer este trabalho", que se confessou com potenciais empregadores. "Justin tem autismo", diz Stanton-Paule explicou para os bibliotecários, o gerente do abrigo de animais, os estudantes do colégio local. "Como ele se comunica pode ser diferente do que você está acostumado."
Por seu lado, Justin vezes sinalizados em sua busca de autonomia. "Quando eu me aposentar com isso?", Ele perguntou de brocas na etiqueta do telefone. Mas ele nunca parou de tentar, por vezes warbling a música tema de seu filme favorito, "Pinóquio", como um meio de calmante si mesmo.
"Quando você desejar por uma estrela", ele cantou ", não faz diferença quem você é . "
"Pinocchio", informou quem perguntou, "é sobre um boneco de madeira que foi trazido à vida por uma fada azul e passa mal e caos para que ele possa ser aprovado para ser um menino de verdade."
Se ele reconheceu a si mesmo em busca clássico Pinóquio para a aceitação, Justin não disse isso em tantas palavras.
Família que não vai levar 'não'
a idade adulta Justin tinha sido iminente para seus pais, Briant e Maria Teresa Canha, desde que ele foi dado o diagnóstico, em 1993, aos 3 anos. Como muitos pais de crianças autistas, antes deles, elas se perguntaram o que seria de seu filho, que jogou birras freqüentes, olhou através deles e não respondeu ao seu nome.
Mas algumas coisas estavam mudando para melhor. A explosão de pesquisa que se seguiu ao reconhecimento formal do autismo como um diagnóstico psiquiátrico, em 1980, destacou a sua base biológica, levantando alguns dos estigmas que persistiu até os anos 1970, quando a maternidade ruim foi frequentemente acusada de misturar a condição de prejuízos sociais e circunscrita, repetitivo comportamentos.
E os pais de Justin não estavam sozinhos. Como comportamentos a condição de marcatornou-se mais reconhecido , muitas crianças que estavam previamente designadacomo retardo mental ou simplesmente descartado como estranhos estavam sendo dado um diagnóstico de autismo, uma tendência que continuou . Alguns especialistas também acreditam que o número real de pessoas com autismo tem sido escalada .
Mesmo agora, as causas do autismo raiz permanecem desconhecidos, muitos fatores genéticos e ambientais são acreditados para contribuir para suas diferentes formas e graus de severidade. Justin, por exemplo, é excepcionalmente sensível ao ruído, outros se sentem desconfortáveis ​​com a luz ou toque. Alguns são fisicamente agressivos, outros retirados. Cerca de metade baixa pontuação nos testes de QI, um punhado são sábios, e muitos, como Justin com seu desenho, brilham em uma área particular e tropeçar em outros.
Mas encorajados pela crescente compreensão do que significa ser autista, os pais na década de 1990 eram cada vez mais exigente pleno acesso à educação para seus filhos e procurando maneiras de ajudá-los.
Muitas intervenções do Canhas tentou - sem glúten dietas, terapia neurofeedback, doses elevadas de vitamina B6 em pó - não fez nenhuma diferença aparente. Uma viagem a Israel "para nadar com os golfinhos doce garrafa de nariz", como Justin descreveu mais tarde, era uma bênção para um menino cuja afeição por animais em contraste com a indiferença, ele mostrou as pessoas, mas não deu grandes avanços.
Meses de intensivo da língua e terapia cognitiva aos 4 anos, no entanto, não parecem ajudar Justin, que aprendeu algumas palavras em língua gestual. Para se comunicar com ele, o irmão de Justin, Julian, 18 meses mais velho, aprendeu-los também .
Se Briant, ocasionalmente, levantou uma sobrancelha no julgamento incansável de sua esposa e erro, ele nunca realizou-la de volta. Ele não conseguia ter o terceiro filho que ela queria, não querendo arriscar um novo com autismo. Mas a decisão tomada a busca ainda mais premente: Julian, eles sabiam, poderia um dia ser o único motor de seu irmão.
A família estava morando na Europa, onde Briant tinha uma carreira promissora em negócios internacionais e Teresa Maria, filha de um diplomata brasileiro, tinha abraçado um estilo de vida para expatriados. Há Justin encontrou algum conforto personagens de desenho dos vídeos da Disney viu incessantemente; a 5, ele cheio de casa Canha, com centenas de semelhanças de Dumbo, Simba e um "Jungle Book" Baloo, o Urso de favoritos.
Mas quando Justin estava no primeiro grau, perto de Munique, sua birras se tornou tão freqüente que ele foi muitas vezes removido da sala de aula. Durante meses, ele iria comer apenas sanduíches de queijo grelhado. A geração anterior, seus pais poderiam ter colocado Justin em uma instituição. Em vez disso, os Canhas retornou aos Estados Unidos em 1997 para procurar melhores serviços.
A percepção de que Justin estava entre as mais severamente prejudicada na sala de aula reservado para crianças com autismo em seus novos Florida distrito escolar foi um golpe para sua mãe, já lutando contra a depressão. Mas com a ajuda de uma nova forma de terapia comportamental que viria a ser uma das poucas intervenções eficazes para alguns com a condição, as birras de Justin subsided.
Com reforços positivos para pequenas tarefas, Justin foi persuadido por seus terapeutas para responder a perguntas como "o que você fez hoje?" Pelo desenho, proporcionando um primeiro vislumbre da confusão para trás suas explosões, bem como seu senso de humor.
O dia um professor na escola levou seus marcadores de distância, ele desenhou-se a chorar em um longa, casa estrada sinuosa . Depois que seu pai voltou de uma viagem de pesca, Justin desenhou um "sonho mau": seu próprio corpo em um prato, um peixe acima dele com garfo e faca, pronto para cavar Até o momento a Canhas mudou-se para ser família perto de Providence. , RI, Justin, 9, tinha tomado o principal prêmio em um concurso de desenhos animados para os alunos no jardim de infância através da 12 ª série. Sua dieta, ainda desprovido de todos os vegetais, havia se expandido. Ele falou algumas frases curtas.
E pelo Briant tempo foi oferecido um emprego no norte de New Jersey, um ano depois, Maria Teresa tinha aprendido de "inclusão", uma prática que os alunos com deficiência permitiu a participar plenamente nas classes regulares. Disse a produzir melhores resultados acadêmicos para os alunos e incutir tal compaixão em seus colegas de classe, que detinha a chance de Justin, sua mãe acreditava que, para aprender a linguagem social que ainda era tão estranha para ele.
Image: Justin trabalha em uma padaria
Fred R. Conrad  /  The New York Times
Um trabalho em uma padaria, trabalhando sob Ariel Tuck, é um passo para a independência, mas um longo caminho de trabalho de Justin sonho em animação.
Demorou um ano para encontrar uma escola pública que levaria Justin nesses termos, ao longo dos anos 1990, os tribunais federais decidiu que os distritos devem tentar integrar estudantes com deficiência, mas deu-lhes discrição. Três superintendentes disse à sua mãe, mesmo sem reunião Justin que eles bus-lo para uma escola especializada privado.
Mas, em Montclair, seu pedido para ter seu filho educado na comunidade onde ela esperava que ele um dia de trabalho e viver havia sido sondado por outros pais apenas um ano antes. Tendo os professores já treinados e adaptados material para que seis crianças do ensino médio com outras necessidades especiais poderá assistir às aulas regulares, não havia razão, o superintendente concordou, não para acomodar Justin.
Uma celebridade, das sortes, na escola
A mudança para Montclair, em 2002, teve seus efeitos sobre Justin, que agarrou-se a rotina. Em sua cantilena de alta-frequência, ele enumerou a si mesmo cada lugar do Canhas tinha vivido. "Cinco movimentos", disse ele. "Eu odeio isso." Com um novo terapeuta cognitivo-comportamental, ele praticou fazer contato visual e estratégias para estancar o fluxo contínuo de "auto-falantes" que atraiu olhares ao mesmo tempo que acalmou sua ansiedade.
Sozinho em seu quarto, ele encheu livros composição com um vasto elenco de personagens em miniatura, desenho rapidamente com uma lapiseira que ele afiada após cada dois acidentes vasculares cerebrais. Ele aprendeu a data de lançamento de cada filme da Disney, seus animadores, suas estrelas narração e se era "um dos melhores filmes de todos os tempos" ou "bombardeado nas bilheterias", ambos os resultados que ele proclamou com prazer . Ele memorizou episódios inteiros de "Os Simpsons" e "Family Guy".
E com o software de computador novo, ele desenvolveu sua própria animações cartoone uma tirinha de quadrinhos chamada "Jickey e Fanky" sobre uma raposa e um lobo que, por vezes, assumiu um toque decididamente pessoal. Em "Jickey Goes to Terapia Comportamental", por exemplo, o Dr. P. Fanky Lobo recebe seus olhos arrancados por seu paciente, Jickey, a quem ele é estímulo para fazer contato com os olhos .
Quando Maria Teresa sondado seus sentimentos, Justin deixou de lado.
"Não seja curioso," ele disse a ela no que se tornou um refrão freqüentemente usado."Não estar interessado."
Mas em sua nova escola média, qualidades autistas de Justin ele ganhou uma espécie de status de celebridade. Seus colegas sufocado sorri quando ele gritou "Você está demitido!" Em um professor impopular, ea novidade do seu livro composição serviu como uma ponte social.
"Eu desenhei Baloo de 'O Livro da Selva", ele diria aos colegas, abrindo para uma página. "Você gosta de 'Os Simpsons'? Qual é o seu personagem favorito? "
Se ele não fez exatamente ter amigos, ele tinha admiradores.
Com cópias simplificadas de livros escolares e um assessor para mantê-lo focado, Justin participou nas aulas mesmo que seus pares, muitas vezes usando a arte para completar tarefas. E quando o Ricco Maresca galeria vendeu mais de uma dúzia de seus desenhos para tanto quanto $ 4.000 cada na Feira de Arte Outsider em Manhattan logo após Justin entrou no colegial, a Canhas permitiu-se o pensamento de que ele poderia um dia se sustentar através de sua arte .
A família pagou por sessões de tutoria com um facilitador de arte e organizou uma turnê da Pixar Animation Studios, na Califórnia, onde Justin informou o guia, "Eu estou no céu aqui."
Juliano, por telefone da Universidade de Michigan, onde participava de preocupação da faculdade, expressou. "Você está investindo muito na carreira de Justin é arte", disse à sua mãe. "E se isso não der certo?"
Mas reunir-se regularmente com a família de Justin, sob as novas exigências de uma lei de direitos civis chamado de indivíduos com deficiência na educação Act, os funcionários da escola incentivou-o a buscar a independência. O termo se tornou uma espécie de mantra para os Canhas. Para Justin, como qualquer adolescente, parecia a chave para libertar-se das garras de seus pais - e das atividades muito projetado para ajudá-lo a alcançar esse objetivo.
"Mãe, quando é o último dia do Dr. Selbst?" Justin perguntado sobre as viagens semanais para o terapeuta cognitivo-comportamental.
"Bem, Justin, qual é o objetivo?" Sua mãe pediu. "Por que vamos para Dr. Selbst?"
"Independência", Justin suspirou, virando na música clássica no seu iPod e estabelecendo-se em para o passeio.
Na movimentada Montclair Alta, onde Justin usavam protetores auriculares gigante para bloquear o ruído corredor, ele enfrentou um lado menos suave de educação inclusiva. Um professor de ginástica lançaram-no fora quando o murmúrio de sua auto-falando quebrou uma ordem para "o silêncio total." Seus fãs do ensino médio encolheu-lo quando ele se aproximou com seu livro composição. "Eles estão ocupados", Justin informou quando sua mãe perguntou se ele já teve um almoço com colegas de classe ou quis convidar ninguém mais.
Alguns alunos propositadamente partiu explosões emocionais de Justin. "Kill Elmo", que sussurrou, consciente de sua fascinação com vídeos da internet retratando o fim da "Vila Sésamo" popular personagem. "Por quê?" Justin exclamava, às vezes alto o suficiente para obter enviados ao escritório do diretor. "Por que matar Elmo? Por quê? "
Ele ainda tinha problemas com matemática e com a compreensão de outra pessoa ponto de vista. Seu discurso foi parar, quase formal, e ele nunca fez uma pergunta recíproca na conversa, exceto quando solicitado. Ele se mostrou indignado com as críticas, particularmente de sua obra ("Nenhuma opinião, por favor" foi um Justinism seus professores sabiam muito bem).
No entanto, ao último ano, Justin tinha, à sua maneira, assimilada. Ele havia trocado o earmuffs para earplugs discreto. Ele tinha blasfemava contra o racismo em uma justiça de classe social ("Não é justo!") E cultivada sua habilidade em fazer perguntas provocativas que iria receber um aumento de colegas. "Por que não OK", ele sempre se perguntava em voz alta do conselheiro do clube cartoon escola ", para dizer 'Mr.Tucker é um otário? " "
E, por vezes, as regras dobrado seu caminho. Assessor de Justin preparou-se quando ele levantou a mão um dia em uma classe que se concentraram durante vários meses na África. Os alunos tinham acabado de ler um livro sobre o apartheid.
"Mr. Moore, "Justin reclamou:" Estou cansado de aprender sobre a triste povo negro. "
O professor, que era negro, virou-se.
"Você sabe o que, Justin?", Disse. "Eu também".
Justin seria caminhar com seus colegas na formatura, em junho de 2009. Mas aos 19, ele iria ficar por dois anos dedicados à preparação para a vida adulta. Naquela primavera, a Sra. Stanton-Paule lhe pediu para desenhar um cartaz para apresentar em uma conferência sobre liderança para alunos com deficiência.
"Se você pudesse conseguir qualquer coisa, o que seria?", Ela o desafiou.
Ele contemplou o contorno que ela lhe deu: em uma bolha em cima, ele estava a escrever a sua visão do futuro. Em etapas que conduzem ao seu objetivo, ele escreveria seu curso de ação.
No dia da formatura, ele vestido com um boné e um vestido. Enquanto andava no corredor superaquecido, falando alto para si mesmo, seus colegas o acalmava. Quando eles marcharam para fora no palco juntos, eles se certificaram que ele tomou o seu lugar na fila.
A missão do professor
antes de Justin juntou seu programa, a Sra. Stanton dirigiu-Paule assistentes seu ensinamento a um edifício de cintura baixa, perto da escola conhecida como uma "oficina abrigada". Lá, em uma sala sem janelas, as pessoas com autismo e outras deficiências de desenvolvimento classificadas pentes coloridos e colocou-os em sacos plásticos. Eles eram pagos à peça a taxas de sub-salário mínimo, com base em quão rápido eles realizados em comparação com a taxa em vigor para os trabalhadores sem deficiência.
Alguns membros da família ver tal subsidiados pelo governo facilidades como seguro, alternativas produtivas para manter adultos com deficiência ocioso em casa. Outros criticam-los como uma forma de segregação, onde as pessoas não podem atingir seu potencial.
A Sra. Stanton-Paule, a oficina representou uma das realidades sombrias seus alunos podem enfrentar eles devem deixar de encontrar empregos reais antes de sair da escola. E para Justin, as estacas foram particularmente elevados. Pós-ensino médio-programas que têm tido algum sucesso na colocação de adultos com deficiências como síndrome de Down em empregos gratificantes são muitas vezes inadequados para as pessoas com autismo , cuja desafios centro mais sobre as barreiras sociais e de comunicação que o funcionamento cognitivo básico.
"A escola é sobre quando isso acabar", diz Stanton-Paule disse a ela assistentes. "E então é como se, a vida."
Como todos os distritos do país, escola pública, Montclair foi exigida por lei federal para fornecer algum tipo de programa de transição para preparar os estudantes de educação especial para viver de forma independente. Como em muitas escolas, Montclair, tradicionalmente atribuídos a eles para uma sala de aula equipada com electrodomésticos, para que eles pudessem praticar suas habilidades como cozinhar e dobrar roupa. Alguns também trabalhou na cidade algumas horas por semana.
Mas no outono de 2008, a Sra. Stanton-Paule tinha movido nove estudantes, tais fora da escola edifício totalmente e para a cidade. Supervisionadas individualmente, eles compravam os alimentos, foi para o ginásio e trabalhou no comércio local, que desde os estágios em resposta à sua combinação de persistência, charme e ofertas de trabalho livre.
A abordagem, às vezes chamada "instrução de base comunitária", é amplamente visto pelos educadores como a melhor forma de preparar os alunos com necessidades especiais para navegar na vida real configurações. Mas o governo federal, que paga os estados extra para a sua educação, não exige que os distritos escolares pista que os alunos estão empregados no ano depois que eles saem da escola para determinar o relativo sucesso dos programas de transição diferentes.
E especialistas dizem que poucas escolas implementar programas baseados totalmente na comunidade, que exigem um tipo de ensino muito público para o qual existe pouca formação.
"Nós estamos pedindo aos professores para sair da sala de aula", disse Dan Baker, professor de pediatria da Johnson Robert Wood Medical School, que foi contratado pela Educação de New Jersey Department para promover o modelo para suas próprias escolas. "Isso não é necessariamente na sua zona de conforto".
Enganosamente calma, com cabelos loiros reta e um olhar verde inabalável, a Sra. Stanton-Paule, 49, há muito tempo defendeu a abordagem: uma década antes, ela tinha encontrado emprego para vários alunos com necessidades especiais que ainda trabalhava na cidade, em um salão de cabeleireiro, na biblioteca, no YMCA O mesmo grupo de pais ativista que inspirou o movimento Canhas 'para Montclair havia solicitado que a Sra. Stanton-Paule ser contratado para trás quando seus filhos chegaram ensino médio, e outro professor, Leslie Wallace, rapidamente se ofereceu para ser seu co-diretor. O programa, segundo eles, pode servir até mesmo os alunos mais afetadas pelo autismo e outras deficiências.
Mas outros os viam como demasiado idealista.
Image: Justin e Paloma Kalish
Fred R. Conrad  /  The New York Times
Amizades não vêm facilmente. Justin e Paloma Kalish coladas sobre seu interesse em animação.
O vice-reitor da Montclair State University, por exemplo, sugeriu em uma reunião que não seria no melhor interesse dos estudantes Ms. Stanton-Paule de auditoria aulas da faculdade, mesmo que a instituição tinha recursos para lidar com eles. "Este é um ambiente competitivo", disse o professor.
E um ano depois que ela começou o programa de base comunitária, a Sra. Stanton-Paule já estava entrando em confronto com os administradores sobre se seria atribuir assistentes de ensino suficiente, a um custo de cerca de US $ 20.000 por estudante, para continuá-lo.
Independentemente da despesa, alguns funcionários da escola não estavam convencidos de que o programa foi direito para os estudantes que necessitavam de muita ajuda para navegar apenas o ensino médio. Um aluno "foi perdido no Prédio da Escola no outro dia," um colega apontou. "Você realmente acha que ela vai ser seguro na comunidade, Kate?"
Quanto a Justin, um outro colega avisou: "O mundo pode ser um lugar difícil."
"As pessoas lá fora, vai ajudar Justin", insistiu a Sra. Stanton-Paule, que tem um mestrado em educação especial e psicologia da reabilitação. "Nós vamos mostrar-lhes como."
O Canhas estavam contando com ele. Sua busca de educação inclusiva tinham sido destinadas a permitir a independência de Justin. Mas até agora, o único lugar que ele foi sozinho foi o trabalho voluntário Ms. Stanton-Paule tinha criado no abrigo animal Township Montclair - onde se destacou, como se viu, em "socializar" gatos vadios.
"Por favor, fique por nós", mãe de Justin pediu em um e-mail para os administradores da escola, que em última instância restabelecida assistentes do programa de ensino."O que temos conseguido até agora seria perdido se Justin não poderia continuar a ser apoiado como tem sido em Montclair."
Pela manhã ele foi para apresentar o seu "Dream" poster na conferência estadual em um colégio local, Justin tonto de emoção.
"OK, Kate, quando é que eu vou falar sobre o meu cartaz?" Ele exigiu. Finalmente, ele se levantou antes de uma sala cheia de alunos de várias dezenas, professores e repórteres de televisão locais e ergueu-a. Nos degraus mais baixos do cartaz, ele tinha escrito "aprender a tomar o ônibus." No topo, ele tinha tirado a si mesmo em uma mesa de desenho, com uma jaqueta e gravata, com um prédio de tijolos vermelhos."Famous ilustrador animador" que tinha escrito, e, na etapa marcada 2014, "ir para o apartamento."
Em grandes letras azuis, ele também havia escrito a palavra "único." Casamento "," ele disse, tirando fora as suas palavras em seu estilo exagerado, "é muito comp-li-cat-ed".
Ms. Stanton-Paule, ouvir, pensei: "Não tenha tanta certeza."
Trabalhando em direção a um trabalho de sonho
Levou meses para Ms. Stanton-Paule convencer Randy Rossilli, o presidente e fundador da start-up de animação do estúdio Creations Nightstand, para atender Justin.
"Call me na próxima semana," Mr. Rossilli, cuja empresa tinha ganho um Emmy regional para mostrar uma das crianças, contou-lhe sobre o outono de 2009.
Houve outras decepções que caem como os professores procuraram estágios para Justin, prometendo on-the-job de suporte que desapareceria apenas quando todos estavam prontos. O supervisor na biblioteca pública, onde Justin se ofereceu para engavetar os livros lhe deram notas altas para a exatidão, mas cortes no orçamento significava que não haveria posição paga. Artware, uma loja que fez sob encomenda T-shirts e canecas de café, se recusou a levá-lo por diante.
"Não posso fazê-lo, Kate", disse Diana Polack, o proprietário, que recentemente tinha empregado alguém com deficiência e encontraram a atenção extra que necessitava muito caro.
Trabalho de Justin outro voluntário, auxiliando um professor de arte da escola primária, foi inicialmente indo bem. Os alunos da primeira série prazer em seus esboços de animais ágeis, e ele estabeleceu a lei com uma clareza moral que pode ser atribuído ao seu autismo.
"Crianças", ele disse aos estudantes snickering no desenho de um menino. "Pare de ser média. Ser gentil. "
O professor de arte, Kathleen Cooney, que tiveram alguma apreensão sobre o estágio de Justin, começou a relaxar. Mas uma tarde em dezembro, quando Justin repetidamente mencionado a chegada do feriado de Natal aos seus alunos, a Sra. Cooney pediu-lhe para parar de falar de religião na escola.
"Bem, eu acredito em Jesus Cristo, e eu quero dizer 'Feliz Natal'", insistiu. "Por que não é OK dizer 'Christmas?" Por quê? "
Ele passeou na sala, sua auto-falando mais alto crescimento. Ele fez os sons de explosão. Ms. Cooney convocados Ms. Stanton-Paule para ajudar Justin calma.
Foi quando as regras de comportamento social soou falsa com ele, a Sra. Stanton-Paule suspeita, que ele encontrou-os especialmente difícil de entender. Mas mais tarde naquele mês, ela viu uma empatia em seu novo aluno, quando ela acompanhou Justin para distribuir cartões de férias que tinha feito à mão para os colegas.
"Eu não estou autorizado a dizer 'Feliz Natal', Marilyn," Justin disse abruptamente a um dos bibliotecários, empurrando um cartão para ela. "Então, boas festas."
Ele se virou para ir embora quando ela começou a agradecer-lhe.
"Justin", diz Stanton-Paule disse com nitidez incomum, "Eu acho que Marilyn estava falando."
Ele parou.
"Eu aprecio que você disse 'boas festas', Justin", o bibliotecário disse calmamente: "porque eu comemorar Hanukkah."
"Oh," ele disse, como se nunca tivesse ocorrido com ele. "Hanukkah feliz então."
E quando Mr. Rossilli finalmente concordou em se encontrar naquela manhã fria em janeiro de 2010, em um escritório com cartazes de Mickey Mouse na parede, Justin estava melhor preparado do que jamais esteve.
"Oi, Randy", disse ele, saindo sua mão. "Qual é a sua animação da Disney preferido?"
Mr. Rossilli não perder uma batida. "Meu filme favorito da Disney de animação foi" Livro da Selva ', e meu personagem favorito de todos os tempos é o urso Baloo, "ele respondeu.
"'Livro da Selva' é um grande filme da Disney de animação," Justin concordou. "Ele foi lançado em 1969."
"Por uma questão de fato, deixe-me mostrar o quanto eu amo o filme," Mr. Rossilli disse, arregaçando as mangas para revelar uma tatuagem de Baloo.
"Oh," disse Justin reverentemente, atingindo a mão para tocá-lo. "Isso é lindo."
Com a Sra. Stanton-Paule e Wallace Ms. no sofá ao lado de seu aluno, o Sr. Rossilli folheou carteira Justin e sua composição livro, tentando ignorar a sensação de que ele estava entrevistando uma estrela que tinha vindo com o seu gerente.
"Como você mantém o seu foco quando você está fazendo a sua arte?", Perguntou.
"Eu não sei", respondeu Justin, olhando para o cartaz do Mickey Mouse.
Ms. Stanton-Paule se forçou a permanecer em silêncio.
Então Justin olhou seu chefe primeiro potencial no olho. "Eu uso meu cérebro", disse ele.
Mr. Rossilli ficou impressionado com a paixão de Justin por um ofício que ele amava a si mesmo. Mas sua oferta de um estágio de dois dias por semana não remunerado foi uma decisão de negócios. A empresa estava desenvolvendo uma propriedade chamada "Tinosaurs." Não havia dúvida de que Justin poderia chamar minúsculo, e ele só pode ter a atenção ao detalhe que seria necessário para aprender animação.
"Nós temos o mesmo corte de cabelo," Mr. Rossilli brincou no final da reunião. "As pessoas podem pensar que você é uma versão mais bonita de mim."
"Sim", Justin concordou, sem saber que ele estava brincando.
Mr. Rossilli sorriu. De alguma forma, fez-lhe todos os mais felizes de dar uma chance Justin.
Encontrar sua própria voz
Justin tinha confiado por muito tempo em sua mãe para a direção, e poucos foram os defensores mais tenaz. Maria Teresa e seu marido tinha dividido o seu trabalho, contando com trabalho Briant, o que exigia viagens freqüentes, para a renda, enquanto ela se concentrou em seu filho. Mesmo como estágio Justin começou a Nightstand, ela estava pressionando sua carteira nas mãos de um conhecido em "Vila Sésamo".
Mas como a neve derretida, na primavera de 2010, Justin começou a desenvolver o que Ms. Wallace chamada "voz própria." Seus professores incentivou-lo.
Maria Teresa, por exemplo, incentivou Justin para embalar seu almoço.
"Você quer comprar o almoço em algum momento?" Ms. Stanton-Paule perguntou Justin uma manhã. Vários dos outros alunos foi para restaurantes locais durante as suas pausas.
"Eu gosto de comprar o almoço, mas Maria Teresa me proíbe", Justin respondeu à sua maneira formal, exagerando um pouco para o efeito.
"Sim, mas cuja vida é?" Ms. Stanton-Paule perguntou.
"Mine!" Justin disse.
Em outra ocasião, queixou-se sobre a sua programação após o horário escolar, repleto de terapia e aulas de habilidades sociais.
"Kate, eu não gosto opinião de Maria Teresa às vezes", disse ele. "Eu prefiro folha de seus planos."
"Bem, você precisa dizer a ela, Justin", diz Stanton-Paule disse. "Você tem que dizer: 'Eu preferiria fazê-lo em um horário diferente." "
Justin falou sua mente, também, em uma classe cartooning ele estava a auditoria em Montclair State University (Ms. Stanton-Paule silêncio ajudou a entrar através do programa da faculdade para superdotados, evitando acusações do reitor). Um colega Justin creditado sugestão de que ela use Porky Pig em uma ilustração de gripe suína em fazer seu projeto mais engraçado e melhorando seu grau.
E se Nightstand não era o emprego permanente todos tinham esperado, foi uma experiência de trabalho que não poderia ter sido replicado na escola.
Professores de Justin ensinou-o a tomar o ônibus público para o cargo, em primeiro lugar que o acompanhavam e depois espiar de longe. Desde que ele não falou para si mesmo quando ele ouviu a música, a Sra. Stanton-Paule treinou-o a evitar o desenho parece hostil, girando em seu iPod.
Ms. Wallace aconselhou-o em seu vestido.
"Você parece um geek, Justin", disse ela quando ele puxou as calças para cima também um dia de alta.
"Um geek!" Justin exclamou, fascinada. "Por que eu pareço um geek?"
"Deixe seu passeio calças", disse ela, e ele empurrou-os para baixo em seus quadris.
A maioria dos dias, Justin se lembrou de cumprimentar seus colegas pelo nome e perguntar: "Como foi seu fim de semana?" Em seguida veio uma lição de acompanhamento. Que tal, a Sra. Stanton-Paule sugeriu: "Você teve um bom momento?"
Porque Justin poderia ser oprimido por informação verbal, a Sra. Stanton-Paule pediu a seu colega de trabalho e tutor-chefe, Javier Manzione, 30, para se sentar ao lado dele com o seu computador e encorajou-o a reorientar Justin quando necessário."Você não ferir seus sentimentos", ela assegurou-lhe.
Nas semanas seguintes, Justin aprendeu a animar um braço, para lip-sync de voz de um personagem e, talvez tão importante, fazer a conversa pequena com os colegas. Ele ajudou a que o seu interesse em animação foi tão verdadeira como a dele.
Certa tarde, Mr. Manzione ouvido linhas Justin resmungando de "Family Guy". "Isso foi o episódio que estavam no sofá a vomitar na sala de estar?", Perguntou.
"Sim!" Justin respondeu, surpreso. Ninguém jamais havia interrompido sua auto-falando antes, exceto para dizer-lhe para parar.
Ele completou a cada atribuição foi dada e foi o único a queixar-se quando um dia de neve forçou o escritório para fechar. Mas quando Justin entrou para uma manhã inteiramente por conta própria, ele bocejou, usou o banheiro várias vezes e foi incapaz de se concentrar, o Sr. Rossilli relatou a Sra. Stanton-Paule. E interrupções pequeno para rotina ameaçou sua crescente confiança social.
Uma manhã, terça-feira, por exemplo, ele marchou até os passos para o ensino médio para atender a Sra. Stanton-Paule antes de ir trabalhar, sem saber que testes padronizados foram sendo dadas naquele dia. Ignorando o homem com um "voluntário" badge em uma mesa de aparência oficial, perto da entrada, ele se virou para o corredor.
"Can I help you?" O homem perguntou irritado.
Alheio aos sinais sutis que carregam muito significado social - um tom de voz, uma testa franzida - Justin levou a questão literalmente. "Eu não preciso de sua ajuda", disse ele.
"Sim, você fazer", respondeu o homem, elevando a voz. Justin, com seu corte zumbido escuros e mochila grande, parecia ser apenas mais um teste-taker chegar atrasado - e rude com boot. "Você tem ID?"
"Eu não tenho ID, porque eu me formei", Justin proclamou com orgulho. "Estou aqui para ver Kate Stanton-Paule."
Um guarda de ouvir o barulho aconselhou-o, não com maldade, para voltar outra hora.Mas quando Justin, de fora, chamada de celular Ms. Stanton-Paule, como ela havia lhe ensinado a fazer em caso de emergência, ele cresceu confuso com sua voz e desliguei.
"Eu estou esperando pacientemente", informou um monte de neve.
Para a Sra. Stanton-Paule esperando lá dentro, o episódio foi um dos mais desesperador no programa até agora. Seu chefe, Dr. Keith Breiman, que supervisionou a educação especial no ensino médio, foi o de detectar Justin chutando a neve fora de sua janela.
"Kate", disse Dr. Breiman, entregando-o à sala de reuniões. "Eu acredito que Justin estava procurando por você."
Praticando para a independência
Quando Ms. Stanton-Paule visitou a Flórida com sua família no mês seguinte, ela recebeu uma mensagem de Justin.
"Olá", disse. "Eu queria falar com Kate a respeito - como é, uh, como é - como é o dia, na Flórida? Vejo vocês mais tarde! "
Semanas de prática celular pagou. Mais tarde naquele mês, quando os pais de Justin dirigiu até Michigan para a formatura da faculdade de Julian, deixando Justin sozinho pela primeira vez, ele prometeu manter em contato por mensagens de texto, seu novo modo de comunicação preferido. "Por que você está interrompendo a minha independência?", Ele perguntou a sua mãe quando ela ligou da estrada.
Menos bem sucedidas foram as amizades Ms. Stanton-Paule tinha procurado promover com outros estudantes no programa. Temendo que Justin não deixaria seu quarto fim de semana, o Canhas paga um dos seus assistentes de ensino para encontrá-lo no Starbucks. Disse que eles foram para atender "para tomar uma bebida", Justin tinha sua bebida e logo partiu.
Ele estava mais interessado em terminar o seu mais recente "Tinosaur" sketch para o Sr. Rossilli - uma espécie de "Onde está Wally?" Com os dinossauros. Sua primeira versão tinha muito espaço em branco, o Sr. Rossilli disse ele, Justin tomou um comentário com uma nova humildade.
"Randy me deu um feedback," Justin disse ao seu colega de trabalho, o Sr. Manzione, e revisto o desenho até que o Sr. Rossilli declarou-o perfeito .
Mas Justin ainda precisava de mais um-em-um treinamento para se tornar um animador que Nightstand poderia fornecer, e, no verão de 2010, o Sr. Rossilli havia sinalizado que o estágio seria necessário para acabar. O negócio foi vacilante, e ele precisava de demitir seus dois últimos funcionários.
O Canhas aprendi também, que a Divisão do estado de Deficiências do Desenvolvimento, onde Justin iria pedir apoio após o programa de transição terminou, havia ameaçado grandes cortes no orçamento. E no outono, foi-lhes dito, horas Ms. Wallace no programa de transição seria cortado pela metade.
Em casa, Briant e vozes Maria Teresa subiu enquanto discutiam futuro de Justin.Nenhuma das obras de arte de Justin tinha vendido daquele ano.
"Talvez 'Sesame Street' virá através de", Maria Teresa aventurou.
"Vamos lidar com o que está diante de nós", insistiu Briant.
"Eu não gosto de os pais discutindo ao fundo," Justin disse a um visitante. "Eu prefiro o apartamento."
No mês seguinte, ele acordou sua mãe no meio da noite, chorando. Ele tinha tido um pesadelo, sobre "a morte dos pais e da minha morte", disse ela.
Foi, sua mãe pensou, a primeira vez que ele havia registrado o que significaria para ser verdadeiramente sozinho.
Um amigo, enfim
Em janeiro de 2010, Gower Nibley, outro aluno com autismo que tinham aderido ao programa de transição do outono anterior, recebeu um texto em seu celular de Justin.
"Meu baloney tem um nome, é HOMER", dizia, a primeira linha de um "Simpsons" decolagem em um jingle publicitário icônica. Telefone Gower logo zumbiam mais uma vez: "Meu baloney tem um segundo nome," este texto, disse. "É HOMER".
Em seu caminho para o seu estágio em uma casa de repouso, Gower, 20, soltou uma risadinha.
O sorriso que se espalhou pelo rosto de Justin sempre que via Gower foi impressionante. Ea Sra. Stanton-Paule, que estava lutando para convencer os pais de Justin que esta amizade nascente era uma prioridade, apressou-se a programação de tempo para os dois para almoçar juntos. Ela criou "um Plano de Atividade" planilhas para que eles não iriam ficar uns aos outros por acidente em que pretendem ficar juntos, como já havia acontecido mais de uma vez.
Mas, com apenas cinco meses à esquerda do programa, uma fissura rara tinha aberto entre o professor e os pais de Justin. Maria Teresa insistiu que Justin estava gastando muito tempo em atividades que não envolvem encontrar trabalho. "Kate", Maria Teresa lhe tinha dito acentuadamente em uma mensagem de voz, "você precisa para chegar no topo desta!"
Durante o verão de 2010, o Canhas haviam sido matriculados em um curso de Justin bolo de decorar, se ele não poderia imediatamente encontrar emprego em animação, um emprego em uma padaria, todos eles concordaram, permitiria que ele use seu talento artístico. Ele iria desfrutar de decorar bolos com personagens de desenhos animados, Justin disse ao seu professor, "porque anima as pessoas."
Em setembro daquele ano, Maria Teresa tinha salpicado Ms. Stanton-Paule com sugestões de padarias gourmet, onde Justin poderia estagiário. O correio de voz quando seguido de algumas semanas se passaram eo professor ainda não tinha ocupado acompanhou todas as suas ligações.
Mas em outubro, a Sra. Stanton-Paule tinha prevalecido na Padaria Gencarelli em Bloomfield nas proximidades para treinar Justin para mergulhar cookies. E em uma reunião tensa, em janeiro, ela disse ao Canhas que Justin precisava passar mais tempo com os colegas, mesmo tendo tempo para assistir a uma aula que ela estava ensinando sobre relacionamentos e sexualidade.
Maria Teresa objetou. Como eles poderiam ter certeza Gencarelli iria se transformar em um emprego real? Talvez ele deveria levar uma classe de animação em Montclair Estado.
Briant, jet-lag de uma viagem, fechou os olhos.
Ms. Stanton-Paule prendeu a terra. "Competência social Justin vai ser um calibre enorme de saber se ele é aceito no ambiente de trabalho", disse ela. Além disso, ela pensou, ele simplesmente precisava de um amigo.
Gower, que gostava de clássicos desenhos animados Hanna-Barbera, como "Scooby-Doo", teve sondagem de Justin, muitas vezes repetitivas perguntas sobre animação com uma seriedade que ninguém mais fez. ("Infelizmente, em 2006, William Barbera faleceu", Justin tinha informado o seu amigo.)
"Você sabe, Brooks", comentou Gower a um assistente de ensino que estava com eles no supermercado, "Eu acho que se alguma vez houve um concurso de cartoons sobre trivialidades, Justin iria ganhar."
"Obrigado", disse Justin, olhando de soslaio para Gower.
Mas Gower foi considerado alto funcionamento de Justin. Seus interesses incluíam clima e geografia, e ele tinha uma namorada. Temendo que Gower se cansam de foco de Justin single-minded, Ms. Stanton-Paule tinha incitado Justin para ampliar sua discussão sobre tópicos. Mas era lento.
Na reunião de janeiro, a Sra. Stanton-Paule finalmente virou-se para Justin: "Você gostaria de continuar a fazer tempo para se reunir com Gower?"
"Sim!", Exclamou.
Maria Teresa começou a chorar. É claro que ela gostaria que seu filho tem um amigo.Era apenas que a responsabilidade para o futuro Justin foi quase insuportável, de repente, ela se desculpou. Ela queria tão desesperadamente para ele viver até sua promessa.
"Kate", disse ela, "o que faremos sem você?"
O marido esticou o braço e pôs a mão em seu braço.
Ir sozinho
Um dia, enquanto Justin mergulhado no chocolate biscoitos na padaria, um padeiro esbarrou em um colega de trabalho carregando um balde de creme.
"Oh, que eu bati o balde?", Exclamou ela, suas palavras slurring um pouco em seu alarme.
Justin, pensando que ela tinha usado palavrões para expressar a frustração, correu."Não é apropriado para amaldiçoar no trabalho", lecionou ela, processo para fornecer uma longa lista de alternativas. Ela pode considerar "fudge", por exemplo, ou "Fiddlesticks".
"Você está certo, Justin", disse a mulher, embora ela explicou através de seu riso que ela não tinha, de fato, maldita.
O relatório do incidente, por funcionários da padaria divertido, cheio Ms. Stanton-Paule com alegria inesperada. Justin não precisava dela pedindo para interagir com seus colegas. E eles não tinham precisava dela para decifrar suas idiossincrasias.
Ariel Tuck, 21, supervisor de Justin, encontrou-se apreciando seu canto fora do tom espontâneo. Justin não era tão rápido quanto os outros internos, a Sra. Tuck disse à padaria do co-proprietário, mas seu trabalho era mais puro. Justin estava enchendo prateleiras inteiras de cookies agora, 14 bandejas por vez. Com cada nova tarefa, ela havia aprendido a pedir-lhe para usar o notepad Ms. Stanton-Paule tinha fornecido; desenho as formas o ajudou a lembrar que foi com os cookies que a cor polvilha.
Justin recebeu seu primeiro salário, por 84 dólares, em março, logo após a corrida do Dia dos Namorados, onde aprendeu a escrever com o chocolate pela primeira vez. Por enquanto, ele iria trabalhar dois dias por semana, no salário mínimo.
"Agora eu estou mergulhando cookies," disse Justin pessoas. "Talvez um dia eu vou decorar bolos."
Que o inverno sua mãe fez um tempo para organizar uma visita de Justin com Paloma Kalish, um adolescente de Manhattan e buff animação companheiro com uma forma de autismo de alto funcionamento que era, como Justin colocou, "um grande fã de mim."
Paloma tinha seguido a carreira de Justin arte em seu site após conhecê-lo uma vez em uma exposição, e sua mãe tinha procurado Maria Teresa. Quando os dois se encontraram na casa do Kalishes ', Justin desenhou personagem favorito de Paloma, Tod a Fox, em um caderno que ela tinha comprado como uma homenagem a ele.Poucos meses depois, as mães recuou, como Justin pegou a mão de Paloma, após uma visita à sua exposição individual na galeria Chelsea.
"Não seja curioso", disse à sua mãe quando ela perguntou sobre a pilha de fox fotos que ele estava coletando em sua mesa em casa. "Não estar interessado."
Se houvesse um indício de que algo mais que amizade pudesse crescer - talvez com a adoção de Justin de vegetais em sua dieta, depois de assistir Paloma comer uma salada - a discussão raramente se desviou de animação .
Mas uma manhã de primavera com Gower, Justin deu um salto de conversação. "Eu odeio em movimento", confidenciou Justin em sua caminhada em um parque local, relatando os lugares e as datas de seus movimentos, como ele tinha tantas vezes feito por si mesmo ao longo dos anos. Gower disse-lhe que ele também não gostava de se mover.
Os jovens estabelecem em um campo e olhou para o céu. Justin disse Gower que ele planejava poupar dinheiro, e que ele pode ter um gato quando ele se mudou para seu próprio apartamento.
"Depois que eu passar para o apartamento que eu vou sentir muito aliviado", disse Justin. Gower seriam bem-vindos para visitar quando quisesse.
Ms. Stanton-Paule visitou a padaria mais uma vez antes do programa de transição terminou em junho, assim como a Sra. Tuck - a quem gostava de chamar Justin "meu chefe" - foi mostrando-lhe como fazer cookies que parecia enrolada diplomas e chapéus.
Outro trabalho a tempo parcial veio por meio para ele também, lotação prateleiras em uma loja de artigos de arte. E este ano, pelo menos, ele teria um treinador de emprego financiadas pelo Estado de algumas horas por semana e 16.000 dólares em ajuda para a formação contínua em habilidades de vida independente, como compras, bancos e cozinhar.
Seu professor de observá-lo por um tempo como ele trabalhava.
Finalmente, ele se virou.
"O que você ainda está fazendo aqui, Kate?", Ele perguntou, sua franqueza marca fazê-la sorrir.
"Estou apenas observando, Justin", disse ela. "É OK?"
"Oh, OK", disse ele.
Ela ficou um pouco mais. Então ela fugiu, fechando a porta de vidro atrás dela.

Esta história, " Autista e buscando um lugar em um mundo adulto ", apareceu pela primeira vez no New York Times.
Copyright © 2011 The New York Times